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Bruna Manuela Parmegiani
Eu pelo mundo

Descansense fala como é viver na Nova Zelândia

Conheça o cotidiano ao ser comparado com o Brasil, além de saúde, educação, ensino, lazer, culinária, valorização profissional entre outras questões

07/02/2020 15h10Atualizado há 3 semanas
Por: Redacao
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Major e Fábio possuem dois filhos e estão à espera da Bennie (Fotos: Arquivo Pessoal)
Major e Fábio possuem dois filhos e estão à espera da Bennie (Fotos: Arquivo Pessoal)

O Portal Minha Descanso lança uma apaixonante editoria. Intitulada de ‘Eu pelo mundo’, os principais objetivos estão o de contar como é a vida de pessoas que moravam em Descanso e foram para outros países. Nesse espaço vamos saber o que motivou a saída do município, o cotidiano ao ser comparado com o Brasil, além de saúde, educação, ensino, lazer, culinária, valorização profissional entre outras questões.

E na primeira edição conheceremos mais da descansense Major Mara Balbinot Berte, 33 anos. Mãe de Bento e Ben, 3 e 2 anos respectivamente, ela, que é casada com o pintor Fábio Alexandre Berte, popular Tady, vive atualmente em Hastings, na Nova Zelândia, país que tem 16 horas à frente de Santa Catarina. Ela montou uma creche na casa onde vive (por enquanto desativada por causa da gravidez). Por sua vez, o marido é pintor.

A escolha de ir para o país novo há quatro anos, segundo ela, foi em busca de melhor qualidade de vida. “Também para construirmos nossa família e proporcionar aos nossos filhos conhecer diferentes tipos de culturas, inclusive, falar línguas diferentes”. Major aguarda ansiosamente pela nova integrante da família, a Bennie, que deve nascer em 5 de março.

Saúde

Os hospitais e clínicas são bem equipadas e profissionais altamente qualificados. Tem o médico que atende e acompanha todos os membros da família, com agendamento de horário. Para os meninos que nasceram naquele país, todos os procedimentos são gratuitos. Eles têm acompanhamento diferenciado desde o nascimento até completarem 1 ano de idade, depois disso participam do programa familiar.

“Recebemos os agendamentos para vacinas e dentista pelo correio. Ali constam data e local já definidos. Todo o nosso histórico de saúde pode ser acompanhado através de um sistema online, desde consultas, medicamentos, exames e resultados”.

Todos os exames são gratuitos, porém, para os mais complexos como ressonância e tomografia computadorizada, se não for urgência, é necessário ficar na fila de espera. “Pode levar até seis meses para ser atendido”.

Educação

O povo, segundo a descansense, preza muito pela educação e generosidade. Os valores relacionados à moral e ética predominam nas relações sociais e profissionais. Para eles, não existem diferenças diante das obrigações e das leis. Todos têm os mesmos direitos, independente do sexo, religião ou condição financeira.

Outro ponto que o povo neozelandês se preocupa muito é a consciência coletiva em relação à preservação do meio ambiente e dos modos de consumo. “Os parques, ambientes públicos e as ruas das cidades são limpos e preservados. O povo daqui tem muito cuidado com a limpeza da cidade, inclusive, quando veem algum tipo de lixo no chão, eles recolhem e colocam na lixeira mais próxima”. Ela também destaca que as crianças aprendem pedir por favor e agradecer. “É simplesmente invejável a educação do povo da Nova Zelândia”.

Ensino

Referente à educação escolar, as famílias não recebem ajuda do governo até os 3 anos. Se optar por colocar os filhos em creches tem que pagar um valor de 50 dólares diário por criança. A partir dos 36 meses, o governo auxilia com 20 horas semanais e, aos 5 anos, a criança começa o Ensino Fundamental. Desse momento em diante até se formar no Ensino Médio é gratuito e em período integral (8h30 às 15h).

A universidade é 100% paga e existem linhas de crédito para financiamentos com 0% de juros. “Só começa a pagar a partir do momento que começa a trabalhar, descontando 10% do salário toda semana automaticamente”, diz.

Culinária

O café da manhã é reforçado, geralmente são servidos ovos, bacon, tomates e cogumelos assados e pães torrados com manteiga. O povo não cozinha ao meio-dia, faz apenas um lanche e almoça entre as 16h e 17h. Como a maioria das famílias coloca as crianças para dormir antes das 19h, a última refeição é antes das 18h.

Os pratos típicos e mais pedidos pelo povo são peixe, batatas fritas, queijos, carne de cordeiro e frutos do mar. “Sem esquecer da famosa "meat pie", que é muito parecida com o tradicional empadão de carne”.

Apaixonados pela comida italiana, Major fala que cozinham o próprio alimento, cultivando os legumes e verduras. Fazem questão de alimentar os filhos através de comidas saudáveis e nutritivas. “Eles amam arroz, feijão, polenta e churrasco. Já estão bem familiarizados com os pratos tradicionais da família. O churrasco que preparamos faz muito sucesso onde moramos”, completa.

De sobremesa, a pavlova consiste de uma base feita de uma crosta de merengue coberto com chantilly e frutas frescas, como kiwi, morangos e outras.

Lazer

Major fala do acesso a vários lugares públicos em que existem parquinho de diversão, gramados para fazer piquenique e se divertir com as crianças. “É maravilhoso poder levar os filhos em parques, trilhas, cachoeiras e praias limpas e seguras. Eles aprendem a cuidar e respeitar a natureza e também se sentem livres para brincar sem perigo”.

A Nova Zelândia oferece também uma diversidade de pontos turísticos como museus, aquários e zoológicos tanto na Ilha Norte como na Ilha Sul. O país é conhecido pelos esportes radicais. Muitos turistas viajam praticar esportes e curtir as belezas naturais que o país oferece: bungy jumping, paraquedismo, exploração de cavernas, canoagem, caminhadas nas montanhas, mountain bike e outros. “Aqui tem todos os tipos de aventura que você pode imaginar”, completa.

Maior dificuldade

Quando chegou na Nova Zelândia, Major revelou a dificuldade de comunicação, o de aprender uma língua nova. “Até hoje tenho muita dificuldade para entender, muitos falam rápido, outros falam com muito "sotaque", o que não posso é desistir, estudar cada dia um pouco mais e buscar aprender com paciência e sabedoria. Aposto que os meninos vão falar fluentemente antes de mim e vão me corrigir também. Isso vai ser muito bom”, brinca.

Em casa, Major e Fábio ensinam a Língua Portuguesa. “Bento já está aprendendo falar Inglês, ele vai para a creche três vezes por semana e cada dia vem para casa falando palavrinhas novas. Nosso desejo é que eles aprendam as duas línguas”.

A descansense sente falta um pouco do estilo de vida do Brasil, de sair com as amigas, se maquiar e colocar salto alto. “Na Nova Zelândia não tem bailes e festas. Aqui a última coisa que o povo vai prestar atenção em você é no que está vestindo ou usando. Muitas vezes você encontra pessoas andando de pés descalços, de roupão e até mesmo de pijama. Não é por falta de cuidados, é porque ninguém se importa mesmo, ninguém comenta, ninguém crítica, ninguém ri ou fica falando mal. Todos respeitam seu jeito de ser”.

Pensa em voltar para o Brasil

“É tão maravilhoso ver eles crescendo em um lugar tranquilo, seguro, onde o respeito e a generosidade estão sempre em primeiro lugar. Nosso objetivo é continuar trabalhando para conquistar a nossa residência e não precisar tomar a decisão de voltar, privando eles de conhecer e viver novas culturas, além de terem oportunidades diversas que não terão no Brasil”.

Major enfatiza que a família é grata a todos que os acolheram tão bem no país maravilhoso, com tanto amor e carinho. “Conhecemos muitas famílias e estamos construindo amizades tão lindas. O nosso sentimento é apenas de gratidão, pessoas humildes, queridas e generosas. O povo daqui é muito hospitaleiro e bondoso”.

O casal também teve a oportunidade de conhecer brasileiros de vários lugares do Brasil, que também trabalham e lutam, igual a eles, em busca de um futuro melhor para a família. “São pessoas encantadoras, que compartilham conosco as alegrias e angústias. Juntos, unimos forças e esperança de um novo amanhecer. Sentimos muitas saudades dos amigos e familiares, mas com certeza os especiais estão em nossos pensamentos e corações. Um grande abraço a todos e até breve”.

Agradecimento

“Em nome da nossa família queremos fazer um agradecimento especial ao nosso amigo Evandro Tapparello, que hoje consideramos parte de nossa família, por ter nos proporcionado a oportunidade de conhecer esse lugar incrível. Nossa gratidão por toda ajuda e amizade”, finaliza.

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