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Família iniciará a colheita de 12 mil abacaxis no final do mês que vem

No passado, a atividade teve origem com apenas uma muda

13/12/2020 11h43 Atualizada há 1 mês
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Por: Redacao
Cada unidade pesa em torno de 2 quilos, e é vendido de R$ 3,50 a R$ 4,00 (Fotos: Portal Minha Descanso)
Cada unidade pesa em torno de 2 quilos, e é vendido de R$ 3,50 a R$ 4,00 (Fotos: Portal Minha Descanso)

Tudo indica que o agricultor Adenir Bianchin, 45, deverá iniciar a colheita de 12 mil abacaxis no final do mês que vem. O plantio na propriedade em linha Matão, interior de Descanso, é, atualmente, a principal renda da família, composta ainda pela mulher Leonilde e os três filhos, Bianca, 13, Rafaela, 9, e Mateus, 2.

Dos 11,8 hectares, a família quer ocupar 20 mil metros quadrados para ampliar o abacaxizeiro e plantar aproximadamente 50 mil pés. “A produção de abacaxi é o nosso prazer de viver. O sonho da família é chegar a esta marca, porém, depende de mudas”, fala Bianchin.

Hoje, ele destaca que a dificuldade é, de fato, conseguir a multiplicação. O motivo deve ser em decorrência do inverno que se prolonga. “Cada pé já chegou a dar oito mudas, mas atualmente são de duas a quatro. A planta, inimiga da geada, é umas das únicas que se adapta ao calor excessivo”, reforça Bianchin.

Sobre a terra para o cultivo, ele enfatiza que a propriedade é fértil. “É só plantar e limpar a área cultivada que o fruto dá. Claro, que precisamos fazer a rotação, porque a cultura exige muitos nutrientes, enfraquecendo o solo”.

A cultura leva de dois até três anos para produzir os frutos. Segundo o produtor, cada unidade pesa em torno de 2 quilos, e é vendido de R$ 3,50 a R$ 4,00. A família comercializa de forma particular, mas principalmente para o Ceasa de Curitiba, além de frutarias e processadoras de polpas na região. O contato é (49) 99958-5856.

Conforme o produtor, o abacaxi pode ser consumido in natura ou através de sucos, conservas, bebidas, entre outras maneiras.

O gosto pela cultura

Natural de Iraceminha, o produtor se criou plantando abacaxi. Ele lembra que tudo começou quando o pai comprou uma unidade e nela tinha duas mudas. Uma delas foi dada ao vizinho. A outra, em poder da família, deu um novo norte com o passar dos anos. A expansão da produção garante, até hoje, rentabilidade para os irmãos de Bianchin.

Cidade pelo interior

Faz sete anos que Leonilde, mulher de Bianchin trocou definitivamente a moradia da cidade pelo interior. E ela não se arrepende da decisão. “Posso me formar no que eu quiser, mas jamais vou ter a vida que tenho aqui”, ressalta ela, que também é mãe de outros dois filhos, maiores de idade.

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