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Governador abre linhas de R$ 1,5 bilhão para auxílio emergencial a empreendedores impactados pela pandemia

O Governo do Estado arcará com as taxas de juros

30/03/2021 07h05
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Por: Redacao Fonte: Assessoria de Comunicação
Quem fizer adesão terá carência de 12 meses para pagamento, juro zero e 36 meses para amortização (Foto: Peterson Paul / Assessoria de Comunicação)
Quem fizer adesão terá carência de 12 meses para pagamento, juro zero e 36 meses para amortização (Foto: Peterson Paul / Assessoria de Comunicação)

O governador Carlos Moisés autorizou na tarde desta segunda-feira, 29 de março, a criação de linhas de auxílio emergencial a micro e pequenos empreendedores impactados pela pandemia de Covid-19. Os financiamentos ocorrerão por meio do Badesc e do BRDE. Ao todo, o montante disponibilizado será de R$ 1,5 bilhão. O Governo do Estado arcará com as taxas de juros, em um investimento de aproximadamente R$ 250 milhões.

De forma prática, os empreendedores poderão aderir aos financiamentos com uma carência de 12 meses para pagamento, juro zero e 36 meses para amortização. Os microempreendedores individuais (MEIs) poderão solicitar até R$ 10 mil, enquanto os micro e pequenos empreendedores terão direito a até R$ 100 mil. Como contrapartida ao auxílio, os empresários precisarão manter os atuais níveis de emprego em seus estabelecimentos durante o período de carência.

A criação do auxílio emergencial ocorre por meio de Medida Provisória, enviada nesta segunda à Assembleia Legislativa (Alesc). Segundo o governador, a medida tem por objetivo principal a manutenção do nível de emprego no Estado. Ele lembrou que Santa Catarina já possui a menor taxa de desemprego do país.

“O Governo do Estado vai pagar 100% dos juros. Se o empresário pegar um valor de R$ 100 mil, por exemplo, ele terá 12 meses para começar a pagar e fará o pagamento em outros 36 meses. Nesse caso, o Estado arcará com mais de R$ 35 mil em juros. Ocorrerá da mesma maneira para quem pegar valores menores”, diz o governador.

Segundo o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Bulligon, o principal pedido do governador foi para que Santa Catarina mantenha os baixos níveis de desocupação.

“Com essa medida, nós vamos manter o emprego dos catarinenses e a economia aquecida. Acima de tudo, o salário das famílias estará garantido e com segurança no enfrentamento da pandemia. São medidas como essa que fazem que nós tenhamos o menor índice de desemprego do Brasil”, finaliza o secretário.

Também estavam presentes o diretor de Acompanhamento e Recuperação de crédito do BRDE, Vladimir Fey, e o diretor presidente da Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S.A (Badesc), Eduardo Alexandre Corrêa de Machado.

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