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Câmara pode votar projeto que autoriza compra de vacinas por empresas

De acordo com o texto, as pessoas jurídicas podem doar a mesma quantidade de vacinas adquiridas para imunizar seus empregados ao Sistema Único de Saúde

06/04/2021 14h35
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Por: Redacao Fonte: Agência Brasil
A matéria foi incluída na pauta na reunião do colégio de líderes na manhã desta terça-feira (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)
A matéria foi incluída na pauta na reunião do colégio de líderes na manhã desta terça-feira (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)

A Câmara dos Deputados pode votar hoje o Projeto de Lei (PL) 948/21 que flexibiliza as regras para a compra de vacinas contra a Covid-19 e autoriza a compra dos imunizantes por pessoas jurídicas de direito privado, como empresas.

De acordo com projeto, o setor privado poderá fazer a importação direta das vacinas para aplicação em empregados e outros trabalhadores que lhes prestem serviços. O texto diz ainda que as empresas poderão deduzir integralmente, no Imposto de Renda (IR), as despesas com a aquisição dos imunizantes.

O texto altera a Lei 14.125/21, sancionada em março, que já previa a autorização para que as pessoas jurídicas comprassem vacinas, no entanto, desde que esses imunizantes fossem integralmente doados ao SUS.

De acordo com o texto a ser votado hoje, as pessoas jurídicas deverão doar a mesma quantidade de vacinas adquiridas para imunizar seus empregados ao Sistema Único de Saúde (SUS), para utilização no âmbito do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

No entanto, um substitutivo ao texto, apresentado pela relatora deputada Celina Leão (PP-DF), diz que as empresas, em vez de doar a mesma quantidade de doses aos SUS, poderão optar por usar essas vacinas para imunizar familiares de primeiro grau dos seus empregados e demais colaboradores.

Pelo projeto, fica liberada a compra de vacinas que tenham “autorização definitiva, autorização temporária para uso emergencial, autorização excepcional e temporária para importação e distribuição ou registro sanitário concedidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), bem como as que forem aprovadas pelas autoridades sanitárias estrangeiras reconhecidas e certificadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”.

A matéria foi incluída na pauta na reunião do colégio de líderes na manhã desta terça-feira. De acordo coma relatora, houve acordo apenas para a inclusão da proposta na pauta do Plenário, mas não sobre o mérito do texto.

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