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Jovem tem criação de coelhos no interior de Descanso

O trabalho da cunicultura é simples, mas de acordo com Cassol alguns cuidados são necessários

27/08/2021 20h44
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Por: Redacao
Atualmente, Guilherme Cassol tem mais de 100 coelhos de seis espécies diferentes (Fotos: Portal Minha Descanso)
Atualmente, Guilherme Cassol tem mais de 100 coelhos de seis espécies diferentes (Fotos: Portal Minha Descanso)

A criação de coelhos, diferente da criação de bovinos, suínos e aves, ainda é pouca no Brasil, muitas delas em pequenas propriedades, como é o caso de Guilherme Cassol, 22 anos, agricultor e morador da comunidade de São Valentim, que hoje, pratica a cunicultura na propriedade da família. 

Desde muito cedo, a família criava coelhos, mas foi há quatro anos que Guilherme assumiu a atividade e hoje conta com mais de 100 animais de espécies diferentes, entre os destaques estão as raças mini e gigantes. “De espécie hoje tenho o Mini, Nova Zelândia, Califórnia, o gigante Flandres e os cruzados”, conta.

O trabalho para a criação dos coelhos é simples, mas de acordo com Cassol alguns cuidados são necessários. As gaiolas devem ser arejadas, porém, sem vento, protegido do sol e da chuva e estar sempre limpas e secas para evitar que eles morram. Além do trato diário é preciso desverminar os coelhos periodicamente. A alimentação é a base de ração e um pasto especial, o rami.

Das espécies que Cassol cria a que mais tem procura são os mini coelhos. “Os mini, desmamo e vendo. Esse ano na Páscoa vendi mais de 20, todo mundo queria para as crianças, me ligavam e já reservavam para quando nascia” ressalta.

Uma das vantagens para se criar coelhos é o curto ciclo de reprodução. “A reprodução deles é rápida, 31 dias para nascer e três meses para abater. Ou seja, em quatro meses o coelho fica pronto para o abate”, explica Cassol. Para aumentar a produção de carne, Guilherme cruzou algumas espécies, Califórnia com Flandres e Flandres com Nova Zelândia.

Hoje a criação de coelhos é uma atividade paralela, mas futuramente Guilherme pensa em investir mais na cunicultura, já que há uma grande procura da carne. “Enquanto tem a safra do fumo não tem como investir mais por não conseguir dar conta de tudo, então, a gente segura as melhores matrizes para posteriormente produzir mais”, finaliza.

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