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Irmãos Pelissari encantam por onde passam

Há 20 anos cantando em grupo, a família se realiza nas celebrações religiosas

23/09/2021 19h33
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Por: Redacao Fonte: Assessoria de Comunicação
Mês que vem eles completam 20 anos interpretando músicas de diversos gêneros (Fotos: Portal Minha Descanso e Arquivo Pessoal)
Mês que vem eles completam 20 anos interpretando músicas de diversos gêneros (Fotos: Portal Minha Descanso e Arquivo Pessoal)

Quem nunca se emocionou ou “viajou” ouvindo lindas canções nas vozes dos irmãos Marciano Luiz Pelissari, Marciéle Paula Pelissari e Luciana Margarida Balbinot, e seus filhos Eduardo e Júlia? Com vozes marcantes a família encanta por onde passa e traz lindas mensagens ao interpretar músicas de diversos gêneros.

Um dom que vem de berço e cada vez mais inspirado por seus pais Albino e Iraci Pelissari, os irmãos cantam desde crianças. “Nós fomos criados cantando juntos entre nós irmãos, nossos pais, os nossos avós Durigon e Pelissari, todos cantavam e a nona Pierina Faccio Pelissari, ela era ali da linha Leste, também cantava nas missas, nas celebrações. Na família Faccio, a maioria canta, então, isso vem de família, a gente sempre cantou junto”, relata Luciana.

Luciana conta que ela começou a cantar na catequese aos seis e nos sete anos na Igreja Matriz, com o professor Eliseu Oro. “Eu comecei a cantar nesse período, por um tempo participei dos grupos de jovens, de Liturgia e depois a gente parou porque tinha os grupos fixos. O nosso grupo, agora em outubro, completa 20 anos que iniciou. O seu Gabriel Lorenski e a Marise Giombelli convidaram nós para cantar em uma festa no bairro Jaroseski, eu e a Marciéle, no violão o Kiko Nora (Clarismar Nora) e o Mindo (Ermínio Antoceff)”, lembra.

Além de cantar em missas e celebrações, o grupo já se apresentou em muitos lugares e diversos eventos desde casamentos, formaturas, CTGs e festivais da canção. “Nós já cantamos em todo o estado praticamente e de Chapecó para cá em todas as cidades, participamos de muitos festivais gauchescos”, lembram. Marciéli, que é campeã Nacional em Artes e Tradições Gaúchas por cinco edições, já se apresentou em cidades como Brasília (DF), Jataí (GO), diversos municípios do Rio Grande do Sul e no Rodeio Internacional de Vacaria.

Apaixonados pelo regionalismo gaúcho, Marciéle, Luciana, Eduardo e Júlia fazem um trabalho com os CTGs. “A gente canta também para os grupos de danças tradicionais, como o CTG Porteira Aberta de São Miguel do Oeste, Mate Amargo de São José do Cedro, Sinuelo da Fronteira de Dionísio Cerqueira e também o CTG Estância da Fronteira, este de Palma Sola”, mencionam.

Desde músicas sertanejas, regionalistas, gauchescas e religiosas, com vozes que se completam, o que mais realiza os irmãos é cantar na igreja, celebrar e agradecer a dádiva que foi dada por Deus. Desses 20 anos de história, eles passaram por vários momentos na vida das pessoas, felizes e marcantes, celebraram a vida, mas também se despediram de entes queridos.

Para Marciano, um dos momentos mais marcantes e difíceis é cantar nas celebrações onde partem pessoas próximas. “A gente segura as pontas e canta, faz as homenagens, é um compromisso bem grande e um peso que fica para nós. Aquele momento, a família precisa de um acalanto, e nós temos que trazer um conforto através da música”, enfatiza. “As despedidas de pessoas, aquelas próximas e importantes na nossa caminhada é muito difícil, marca muito na vida da gente”, reforça Luciana.

Mas também existem os momentos bom, que deixam só alegrias na vida dos irmãos. Marciéle destaca que ver a sobrinha Júlia, quando pequena, cantando pela primeira vez e agora seu filho, Ricardo, de três anos, cantando a mesma música “Amar como Jesus Amou”, foi emocionante. “Essa música eu cantava para fazer ele dormir e agora na live, realizada em agosto, ele canta essa música. Desde pequenos, a gente traz eles para o nosso lado e hoje cantam junto conosco”, se emociona Marciéle.

Um momento importante na vida de Marciano foi conseguir cantar no dia do seu casamento, um momento esperado e que deu certo. Já Luciana destaca a importância das avós Catarina Durigon e Pierina Pelissari na vivência da música e que marcou muito sua vida. “A minha avó paterna, a nona Pierina, um dia antes de falecer, me pediu para a gente nunca deixe de cantar em celebrações, em missas. Como Deus tinha dado esse dom, era para nós nunca parar de cantar. Ela cantou em missa até os 99 anos e sempre ajudou na comunidade desde criança no Leste e também na cidade de Barracão, no Paraná”, conta.

Uma família unida e sempre disposta em ajudar nas celebrações das comunidades com seu grupo de canto, os irmãos Pelissari tem orgulho ao se apresentar em família. “É uma coisa boa, que traz conforto e também alegria”. “Agradecemos a todas as pessoas que fizeram e fazem parte da nossa caminhada, da música também na Igreja que é o Kiko Nora, o Mindo, o Vinicius Czarnoby, que hoje toca bastante junto com a gente, o Mateus Cerezer, enfim, várias pessoas importantes na nossa caminhada”, agradecem Luciana, Marciano e Marciéle.

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