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Política

Sessão Especial da Alesc reconhece trabalho das igrejas evangélicas na pandemia

O deputado Sergio Motta (Republicanos) comentou que a ideia era honrar quem foi fundamental para ajudar as pessoas que estavam com o emocional abalado

01/10/2021 14h49
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Por: Redacao Fonte: Assessoria de Comunicação
Conforme autoridades, a atuação das igrejas evangélicas é sempre ajudar com cestas básicas e orientação espiritual (Foto: Bruno Collaço / Agência AL)
Conforme autoridades, a atuação das igrejas evangélicas é sempre ajudar com cestas básicas e orientação espiritual (Foto: Bruno Collaço / Agência AL)

A Assembleia Legislativa realizou uma sessão plenária especial em reconhecimento aos serviços prestados pelas igrejas evangélicas de Santa Catarina durante a pandemia da Covid-19. O evento reuniu lideranças religiosas e políticas no plenário do Parlamento na noite de ontem, quando representantes de 34 instituições catarinenses foram homenageados.

Proponente da sessão, o deputado Sergio Motta (Republicanos) comentou que a ideia era honrar quem foi fundamental para ajudar as pessoas que estavam com o emocional abalado durante a pandemia. “Profissionais autônomos que ficaram desempregados durante essa crise, aqueles que dependiam do comércio na rua, de porta em porta. Todos ficaram dependendo de cestas básicas e muitas igrejas fizeram esse trabalho de assistência social, de levar o pão a quem tem fome além da palavra que salva, a palavra que regenera”, comentou.

Em vídeos enviados para exibição no evento, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Dionei Tonet, e o comandante-geral do Corpo de Bombeiro Militar de Santa Catarina e presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública de Santa Catarina, coronel Charles Vieira, também se manifestaram. “Na pandemia, que foi um momento muito difícil, a Polícia Militar teve parceria dos pastores, das igrejas evangélicas de Santa Catarina. Além do apoio espiritual, ajudaram com o apoio na manutenção da vida, na distribuição de alimentos, o cuidado tanto com o espírito quanto com o corpo”, citou Tonet.

Vieira destacou “o importante trabalho” que as igrejas fazem nas instituições de segurança pública. “Obrigado a todos por irem aos quartéis dispostos a prestar o ensino religioso aos nossos bombeiros militares, bombeiros comunitários, guardas civis e demais funcionários”, citou.

O presidente da Igreja Embaixada do Reino de Deus, pastor Michael Aboud, falou em nome dos homenageados. Segundo ele, a pandemia criou um ambiente de incredulidade, desespero, medo e incerteza. “Isso impediu que as pessoas pudessem ver a presença de Deus, que havia um Deus acima de tudo e que a fé era capaz de nos levar a sair desta pandemia mais fortes, mais unidos, com muitas experiências e lições. E é aí que entra a igreja, que quando chega a um lugar, por meio do poder do evangelho, transforma pessoas e muda o ambiente”, assegurou.

O prefeito de São José, Orvino de Ávila (PSD), fez um reconhecimento aos pastores e pastoras que trabalharam no município e nas demais cidades. “Durante a crise, as portas que encontrei abertas, todas sem exceção, foram as das igrejas, que me ajudaram a minimizar as dificuldades”, lembrou. Já o vice-prefeito de Florianópolis, Topázio Neto (Republicanos), afirmou que na pandemia o papel das igrejas foi fundamental. “As secretarias de saúde dos municípios fizeram um trabalho sobre controle e vacinação. Mas só conseguimos tocar o corpo das pessoas. A mente e a alma foram curadas e tratadas pelas igrejas. Temos uma missão ainda mais difícil pela frente, que é recuperar as pessoas que sairão dessa pandemia com uma série de sequelas mentais, de angústias, medos, problemas psicológicos. E vamos ter que tratar em conjunto com as igrejas”, comentou.

Por fim, o secretário de Estado da Assistência Social e da Habitação, Claudinei Marques, garantiu que uma certeza que se tem nos municípios catarinenses é que a atuação das igrejas evangélicas foi um alívio, sempre ajudando com cestas básicas e orientação espiritual. “A homenagem é mais do que merecida, porque no momento que muitos correram do vírus, os pastores não fizeram isso. Estavam nas ruas, trabalharam forte. Isso evitou a morte de muita gente”, concluiu.

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