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Política

Liberdade religiosa é assunto debatido na sessão

Foi levantado que “mais uma vez” as igrejas tenham sido esquecidas

25/11/2021 15h46
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Por: Redacao Fonte: Assessoria de Comunicação
Flexibilização das restrições de público nos templos religiosos foi debatida ne sessão (Foto: Bruno Collaço / Agência AL)
Flexibilização das restrições de público nos templos religiosos foi debatida ne sessão (Foto: Bruno Collaço / Agência AL)

A flexibilização nas restrições relacionadas à pandemia de Covid-19, previstas em decreto do governo do Estado publicado esta semana, foram debatidas na sessão ordinária desta quinta-feira, 25 de novembro, porque os cultos religiosos ficaram de fora. O deputado Bruno Souza (Novo) levantou a questão e lamentou que “mais uma vez” as igrejas tenham sido esquecidas.

“Liberaram lotação completa para eventos, liberaram máscaras. Igreja não é menos importante que outros eventos”, protestou. As restrições, conforme o parlamentar, estão asfixiando as pequenas igrejas que sofrem restrições de ocupação. As pessoas não podem ser privadas de sua religião, na opinião do parlamentar. “Há pessoas que estão necessitando ir para a missa, ir para o culto para alimentar a alma”.

Bruno Souza acrescentou que não se deve ter constrangimento em defender a liberdade religiosa. “Burocratas que estão regendo o dia a dia dos catarinenses relegaram a religião ao segundo plano. Eu não aguento mais e não aceito mais esse tipo de restrição ao catarinense”.

O deputado Jair Miotto (PSC) acrescentou que “está se falando pelo Brasil afora em liberar o Carnaval, enquanto situações tão mais importantes como a liberdade religiosa ficam em segundo plano”. O parlamentar lembrou que um projeto de autoria dele foi aprovado e sancionado pelo governador declarando as igrejas como atividade essencial. “Como podem as igrejas ficar de fora em um momento de flexibilização?”.

O deputado Sargento Lima (PL) acrescentou que as leis foram feitas para quem as cumpre, enquanto o deputado Kennedy Nunes (PTB) disse que o governo do Estado persegue a liberdade religiosa.

Santa Catarina

O deputado Ismael dos Santos (PSD) informou que o dia 25 de novembro é o dia de Santa Catarina. Ele relatou que no ano de 315, em Alexandria, Catarina, descendente da elite egípcia, foi decapitada por disseminar a fé cristã, aos 25 anos.

Sobre o tema da liberdade religiosa durante a pandemia, Ismael acrescentou que a liberdade para frequentar os templos religiosos é necessária porque “é no templo que ocorrem as liturgias da igreja”.

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